Portefólio da Biblioteca Escolar

Neste diário das actividades desenvolvidas pela biblioteca podes ver algumas das coisas que fazemos.

A extracção do DNA de células vegetais na Escola Secundária Cacilhas-Tejo

As turmas dos 3.º e 4.º anos deslocaram-se ao laboratório da Escola Secundária para realizar esta actividade com o apoio da turma 11.º A, sob a orientação da professora Jocélia Albino e do professor José Cruz.
Aqui ficam algumas imagens da experiência vivida e das experiências realizadas pelos alunos que tão bem demonstraram o que se passava no livro que estavam a ler (a manipulação genética que permitia a tranferência de características entre animais)


No final até havia uma canção do DNA da autoria de Francisco Naia, professor da escola, que a compôs especialmente para os alunos do 1.º ciclo.

Canção do DNA

Eu sou o sr. DNA
Tenho missão definida
Que é andar com umas fadinhas
Com elas criando vida

Andamos todos juntinhos
Cumprindo a nossa missão
Somos como uma família
Onde reina grande união

Eu tenho a adenina
Que anda sempre com a timina
Também trago a citosina
Muito amiga da guanina

E até tenho um açucar
Chamado desoxirribose
Vejam lá que até ando
com um fosfato ajudando

Tenho a forma de uma hélice
Sou dum belo extraordinário
Mas até para ser diferente
Uso duas cadeias ao contrário

Eu conheço as vossas vidas
É verdade meus meninos
Sirvo para saber de vós
Regulo os vossos destinos

Comigo podem brincar
Aos deuses e aos papões
E até posso mofificar
As vossas refeições

E agora para terminar
Tenham todos a certeza
Eu até posso curar
Os defeitos da natureza

Vou agora de partida
E não me levem a mal
Vou dar mais uma voltinha
Nesta dança helicoidal

Para além da leitura...

Leitura...Trabalho de pesquisa e Ciências experimentais

Da leitura de "O estranho caso dos Jogos Olímpicos" à extracção do DNA (ADN em português) com as turmas dos 3.º e 4.º anos.

O ESTRANHO CASO DOS JOGOS OLÍMPICOS

Resumo: O caso decorre numa ilha de ratos durante a reportagem televisiva dos jogos olímpicos. O seu protagonista é Geronimo Silton que, em conjunto com o seu amigo Abelhudo Tchiit, se apercebe que uma equipa ganha todas as competições olímpicas. Este facto era muito estranho ainda por cima com todos os atletas a parecerem ser um bocado parecidos de mais uns com os outros.
Razão da escolha:
* A temática - os jogos olímpicos acabaram de acontecer durante o Verão;
*Ser muito apelativo em termos gráficos e ao nível da linguagem o que permite a sua exploração do ponto de vista da linguagem não verbal e verbal;
*Possibiltar o desenvolvimento de trabalhos de grupo noutras áreas(interdisciplinaridade).

Actividades a realizar pelos alunos em pequeno grupo:
* Pesquisa sobre um dos países participantes (bandeira, língua, moeda, localização...) com a finalidade de elaborar um trabalho para ser apresentado aos colegas;
*Participação em actividades experimentais:


• realização de uma actividade do livro ciência a brincar (animal ou vegetal?)






• extracção de DNA em laboratório (parceria com a Escola Secundária Cacilhas Tejo)

A nossa escola já tem logótipo

Como a escola não tinha logótipo, a partir de uma actividade realizada pela biblioteca, foi lançado o desafio em todas as turmas para elaboração do logótipo da escola.
Depois de todos os alunos terem desenhado um logótipos foi feita uma triagem, tendo sido seleccionado os seguintes trabalhos:















No final, o logótipo escolhido foi este.










Os autores são três alunos do 4.º ano: a Beatriz, o Lourenço e o Mauro.

Entrevista dos alunos aos escritor Armindo Reis

P: Há quantos anos escreve e com que idade começou a escrever livros?

P: Gosta do seu trabalho de escritor?

P: O que é que o inspira a escrever?

P: Quando escreve, só escreve contos de Natal para crianças?

P: Qual foi o primeiro tipo de livros que escreveu e qual foi o seu primeiro livro?

P: Apenas escreve para crianças ou também escreve para adultos?

P: Qual a razão por que escreveu este livro de Natal?

P: Porque é que escreveu "O Segredo", um conto tão curioso?

P: Pensa que oPai Natal existe de verdade? Acha que o Pai Natal gosta de ser descoberto para que acreditem na sua existência?

P: Relativamente ao seu conto "A Árvore de Natal", como é muito simples, pensa desenvolvê-lo mais?

P: Porque ilustra os seus livros? Gosta de desenhar?

P: A sua profissão é professor ou escritor?

P: Prefere ensinar ou escrever?

P: Qual a escola onde trabalha e qual a disciplina que ensina?

P:Ensina os seus alunos a escrever histórias?

P: Por quanto tempo pensa continuar a sua carreira de escritor?

Encontro com o escritor Armindo Reis




O escritor Armindo Reis esteve na nossa escola para falar com os alunos das turmas dos 3.º e 4.º anos.
A sua visita surgiu na sequência da leitura do seu livro "Surpresas e Encantos de Natal" durante as actividades da biblioteca.
A interacção entre os alunos e o escritor foi muito positiva e interessante. Os alunos organizaram uma pequena entrevista para realizar durante o encontro, o que permitiu esclarecer as suas dúvidas e satisfazer a sua curiosidade.










No final do encontro os alunos de cada turma ofereceram um albúm com trabalhos realizados por eles sobre os dois contos lidos: "O Segredo" e "A Árvore de Natal"

O "nosso" Poema

Durante a oficina, mediante proposta da escritora Margarida da Fonseca Santos, os alunos construíram colectivamente um poema a partir de vários livro de poesia que lhes foram distribuídos.
Cada aluno seleccionou um verso do livro que lhe foi distribuído e de forma progressiva e sequencial foram-se ordenando os versos escolhidos que resultaram no seguinte poema:

Estamos no Inverno entristeceu a luz...
Que voz é esta que canta?
O escuro e o silêncio.
A noite vai descendo
por aquela rua abaixo...
E há um gato a brincar
enquanto lá fora passa o vento.
Com o ouvido desperto
o que é que eu oiço?
É uma égua a relinchar
no mais agudo dos sons
depois de matar a sede.
Seja em Lisboa ou em Tóquio
ainda a hei-de montar.
Cada palavra já lida
e mesmo se for mentira
à lembrança trazia
esse dom da fantasia...

Trabalho realizado na oficina - Lourenço e Martim (4.º 1.ª)

Reconto da história "A lebre e a tartaruga" com a ausência da letra "d"


Era uma vez uma lebre e uma tartaruga.
A lebre perguntou à tartaruga se queria fazer uma maratona a correr.
Era uma maratona que iria ficar para a história, estavam lá montes de pessoas.
Pum!Começou a maratona. A lebre começou com enorme avanço e a tartaruga ficou para trás.
Como estava exausta resolveu fazer uma sesta. A tartaruga nesse tempo ultrapassou-a.
A lebre abriu os olhos e viu a tartaruga quase no fim. Resolveu fazer o sprint final mas a tartaruga mesmo assim ganhou.

Trabalho realizado na oficina - Beatriz A. (4.º 1.ª)

Acróstico com a palavra autocarro
Árabe
Urso
Teatro
Onomatopeias
Casca
Avião
Rio
Olhos

Texto que escrevi com as palavras do acróstico.

Eu ontem vi um árabe com um urso no teatro. Foi para lá a dizer onomatopeias.
Levou uma casca de caracol e levou-a no avião dos pais.
Adorou ver o rio Tejo e as ruas com o metro a passar porque os olhos dele eram muito atentos.

Trabalho realizado na oficina - Ana (4.º 1.ª)

Acróstico com a palavra autocarro

Atlas
uva
trigo
ourives
cardinal
abelha
rádio
raio
otorrinolarigologista

Com as palavras do exercicío anterior escrevi a seguinte história:

Atlas é um livro que tenho.
Uva não é o tema dele.
Trigo não é também.
Ourives também não.
Cardinal nem pensar...
Abelha? Ok, é uma ideia parva.
Rádio? Não brinques comigo!
Raio? Não, nem pensar.
Otorrinolaringologista não, não é.
Queres que eu diga?
- Sim!
É sobre o corpo humano.

Oficina de leitura e escrita com a escritora Margarida da Fonseca Santos

Os alunos do 4.º ano de escolaridade deslocaram-se, no dia 27 de Outubro, à Biblioteca Municipal no Fórum Romeu Correia, para participar na oficina de leitura e escrita dinamizada pela escritora.




Esta actividade acolheu grande receptividade por parte dos alunos que participaram activamente e contribuiram para a realização das proposta de forma muito positiva.










As propostas foram muito interessantes, apelativas, criativas e adequadas à faixa etária dos alunos tendo os mesmos sido cativados e envolvidos com facilidade pela escritora.



A avaliação realizada pelos alunos mostrou que tinham gostado de participar nas actividades que lhes foram sendo propostas, considerando-as muito interessantes, e que sentiam que a oficina tinha contribuído para a sua aprendizagem.

Mês Internacional da Biblioteca Escolar

No âmbito desta comemoração, todos os alunos da escola, organizados em pequenos grupos, viram o vídeo agora proposto.



Foi este o ponto de partida para uma reflexão conjunta sobre a forma como todos nós devemos utilizar o livro.

Esperamos que também vos seja útil.
Já ouviram falar em Microblogue?
Microblogue é uma forma de blogue que permite publicar mensagens curtas (normalmente não ultrapassando 200 caracteres). É por esta razão que se distingue do blogue e adquire a designação de micro (pequeno).

Como se podem publicar?
O serviço/ferramenta mais conhecido chama-se Twiter (limitado a 140 caracteres) embora existam adversários directos como o Jaiku. Recentemente outros serviços têm sido criados com novas possibilidades como, por exemplo, o Pownce que integra a partilha de ficheiros e o convite para eventos.

Como são enviados/recebidos?
Podem ser enviados de vária formas: SMS, mensagem instantânea, e-mail, mp3 ou pela web.

Como pode a biblioteca tirar partido dos microblogues?
A biblioteca pode utilizar o microblogue para:
  • publicar e divulgar informação sobre actividades, novidades, alterações de horário, entre outras, sob a forma de anúncio, mensagem, notícia;
  • comunicar com os utilizadores de forma directa seja para enviar informação personalizada seja para receber comentários e sugestões;
  • agregar/juntar os utilizadores da biblioteca (tipo "fórum" de membros da biblioteca);
  • comunicar com outras bibliotecas (sendo necessário criar uma conta diferente da dos utilizadores);
  • disponibilizar/partilhar informação entre elementos da equipa da biblioteca (tipo intranet);
  • ser integrado na sua página web.